Material da 2º Reunião do Clube de Líderes JA Leões do Planalto

Galera aproveita bem a aula e o livro no clube de vcs. Sucesso!
Lembrem-se dos ideais e a reação na próxima reunião!

Aula - Como Organizar um Clube de Jovens
Livro - Sem Limites

Pesquisem tudo o que puderem sobre os sete módulos de ação do Ministério Jovem pra gente ter uma discussão bem proveitosa na próximo encontro, ok?

Só lembrando que nossa próxima reunião será dia 24 de Junho ás 09h.

PS.: DIA 20 de MAIO REUNIÃO COM TODOS OS DIRETORES JA DA APe!! (Inclusive os do distrito de Carpina! rsrsrsrsrsrs)
As 08h na iASD Central do Recife.


Convocação feita!


Um grande abraço!


MATERIAL PRIMAVERA

Amigos,
Material muito interessante sobre Batismo de Juvenis.
Pode ser usado para o Batismo da Primavera.

Video 01

Video 02

Apresentação em PPT

Bom uso do material, sucesso a todos!

MATERIAL PARA O CLUBE DE LÍDERES LEÕES DO PLANALTO

Galera do Clube de Líderes Leões do Planalto!
Segue o Link para baixar os Livros:
- Mensagens aos Jovens
- Caminho a Cristo
- Nossa Herança
e Mais...
As 100 perguntas do Livro Nossa Herança pra vc responder e estudar para a prova!
E a aula sobre Clube de Jovens que foi passada em nossa primeira reunião.

LINK PARA OS LIVROS E MATERIAIS

E ainda os temas Jovens para servirem de base para os seminários que vcs irão preparar:

LINK PARA OS TEMAS JOVENS SUGESTIVOS

Façam um bom proveito!

M@R@N@TH@!

CD Jovem 2012

http://www.4shared.com/file/F164zlmM/JA_2012.html Link para o CD Jovem 2012

Homem-Aranha faz pacto com o demônio

22:12 by Pr. Cleber Aragão 0 comentários
Homem-Aranha faz pacto com o demônio

Por que o darwinismo é falso (parte 2 de 3)

22:10 by Pr. Cleber Aragão 0 comentários
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Por que o darwinismo é falso (parte 1 de 3)

22:08 by Pr. Cleber Aragão 0 comentários
Por que o darwinismo é falso (parte 1 de 3)

Levantar as Mãos no Louvor - IASD em Foco

Adorar a Deus Levantando as Mãos

PERGUNTA: Há base bíblica para a prática, cada vez mais comum, de levantar e movimentar as mãos durante o canto congregacional?

Essa pergunta pode parecer sem importância, porém revela que estamos muito interessados em um tipo de culto que esteja biblicamente fundamentado e que não viole as instruções bíblicas. Mostra, também, que o movimento das mãos enquanto cantamos está criando certa tensão. Vou falar do uso das mãos durante os atos de adoração. Ficará claro que, na Bíblia, o ritual do uso das mãos acontecia, principalmente, durante a oração.

1. Atos não-verbais. As expressões corporais desempenham papel importante na expressão de ideias e emoções. Estudos sobre o papel dos atos não-verbais na adoração nos ajudam a entender um pouco melhor seu significado.

Na Bíblia, temos apenas a linguagem da postura, gestos, movimentos e expressões faciais. As artes do antigo Oriente Médio ilustram muitos desses gestos. Os gestos das mãos, mencionados na Bíblia, eram também comuns no ambiente de adoração e culto no antigo Oriente Médio.

2. Levantar das Mãos. As expressões "levantar as mãos [yãdím]" ou "levantar as palmas (mãos)[kappayim]" são praticamente sinônimas. São usadas em diferentes contextos e, em alguns casos, expressam significados distintos. "O ato de levantar as mãos" é um gesto que expressa adoração no con¬texto do culto. Os que ministravam no templo eram exortados assim: "Levantem as mãos na direção do santuário e bendigam o SENHOR!" (SI 134:2, NVI).

O gesto indicava que o objeto de louvor era o Senhor e que todo o indivíduo estava envolvido nesse ato. Era também usado para apresentar ao Senhor as orações e súplicas (SI 28:2), como se a oração fosse colocada na palma da mão e levantada ao Senhor pedindo-Lhe que aceitasse (SI 141:2).

Em outros casos, o gesto aparece para expressar a vontade do adorador de receber do Senhor o que pediu (SI 63:4, 5; Lm 2:19). Mas o levantar das mãos parece expressar algo profundo, algo relacionado com o coração humano: "Derrame o seu coração como água na presença do Senhor. Levante para Ele as mãos" (Lm 3:41, NVI). O levantar das mãos correspondia ao levantar do íntimo do ser adorador ao Deus adorado, em comunhão com Ele.

3. Movimentar as Mãos. Neste caso, o verbo é pãrash ("acenar"), expressando a ideia de que as mãos acenam em frente da pessoa, não necessariamente levantadas. Às vezes, parece que o adorador acena as mãos em direção ao templo, ao Céu (l Rs 8:38, 39, 54; SI 44:20) ou ao Senhor (Êx 9:33).

O movimentar das mãos era usado, particularmente, durante as orações de súplica (l Rs 8:54; Is 1:15; Êx9:29; Lm 1:17) ou quando havia uma profunda necessidade da presença de Deus (SI 143:6). No salmo 88:9, lemos: "A minha vista desmaia por causa da aflição. SENHOR, tenho clamado a Ti todo o dia, tenho estendido para Ti as minhas mãos".

A necessidade do salmista é tão intensa que ele implora pela ajuda do Senhor. Embora em necessidade profunda, o adorador vai ao Senhor e estende as mãos a Ele, pedindo ajuda. Esse gesto mais intenso era uma expressão pessoal de de¬pendência de Deus (SI 44:20) e a devoção do coração ao Senhor (Jo 11:13).

4. E Então? Tanto quanto posso apurar, não há aceno com as mãos durante o culto na Bíblia. O levantar das mãos é comum (cf. l Tm 2:8). A Bíblia não prescreve gestos das mãos na adoração, mas os descreve como prática comum aceitável.

A arte dos cristãos primitivos indica que eles costumavam orar com os braços e as mãos estendidas para os lados, formando um crucifixo com o corpo. Hoje, unimos nossas mãos, tanto atrás como na frente do corpo, ou simplesmente as deixamos soltas.

Ocasionalmente, podemos juntar as palmas das mãos e entrelaçar os dedos, uma prática comum entre os antigos romanos e sumerianos. Em outros tempos, as palmas eram colocadas juntas com os dedos estendidos, ato comum no budismo e hinduísmo.

A introdução de novidades em nossas igrejas, influenciadas pelo sistema carismático de adoração, pode perturbar um culto que deveria estar centrado em nosso Criador e Redentor e na Sua Palavra.

Seria melhor seguir as práticas comuns da congregação onde coletivamente adoramos o Senhor. ©

Autor: Angel Manuel Rodríguez, diretor do Instituto de Pesquisas Bíblicas da Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia

Fonte: ADVENTIST WORLD, Fevereiro de 2009.

Que Devo Vestir? - IASD em Foco

Que Devo Vestir?

O desejo de adornar o corpo com vestimentas que chamam a atenção, jóias custosas e cosméticos coloridos toca quase todos. Não é surpreendente, portanto, que através da história bíblica e da igreja tem havido apelos freqüentes para que nos vistamos modesta e decentemente.

O ensino bíblico sobre vestimenta e ornamentos é especialmente relevante hoje, quando muitos na indústria da moda atuam com pouco respeito pela dignidade do corpo humano criado por Deus.

Neste artigo, apresentarei sete princípios básicos que podem guiar os cristãos em desenvolver uma filosofia de adorno pessoal. Estes princípios são o resultado de estudar exemplos bíblicos, alegorias e admoestações concernentes a vestuário, jóias e cosméticos.1

Princípio número 1

Vestuário e aparência são um índice importante do caráter cristão. Vestuário e aparência são comunicadores não-verbais poderosos não apenas de status sócio-econômico como também de valores morais.

William Thourlby, renomado conselheiro em matéria de vestuário, que aconselha executivos sobre "como se empacotar para ter êxito", assinala que "inconscientemente ou não o vestuário revela um grupo de crenças sobre nós mesmos que queremos que o mundo creia".2

O mundo de negócios há muito reconheceu a importância de vestuário e aparência em comercializar seus produtos, serviços e a imagem de suas companhias.
A Bíblia também reconhece a importância do vestuário. Implicitamente, isto é indicado pelo simbolismo de vestuário modesto usado para representar a provisão divina de salvação ("vestes de salvação", Isaías 61:10; ver também Apocalipse 3:18; I Pedro 5:5) e de veste imodesta para representar adultério espiritual e apostasia (Ezequiel 23:40-42; Jeremias 4:30; Apocalipse 17:4-6).

Explicitamente, isto é indicado pelas numerosas histórias, alegorias e admoestações concernentes a vestuário e adorno apropriados ou não.

A Bíblia encara a aparência externa como um testemunho visível e silente de nossos valores morais. Há pessoas que vestem e adornam seu corpo com vestes caras e jóias para se comprazer. Querem ser admiradas por sua riqueza, poder ou status social.

Algumas se vestem de acordo com certas modas para serem aceitas por seus pares. O cristão se veste para glorificar a Deus.
O vestuário é importante para os cristãos porque serve de moldura para revelar a imagem dAquele a quem servem.

Escreveu Ellen White:

"De nenhum modo melhor pode você fazer brilhar sua luz para outros do que na simplicidade de sua veste e conduta. Você pode mostrar a todos que, em comparação com as coisas eternas, você atribui um valor correto para as coisas desta vida."3

Como cristãos não podemos dizer: "Minha aparência não é da conta de ninguém!" porque nossa aparência reflete sobre nosso Senhor. Minha casa, minha aparência pessoal, o veículo que possuo, meu uso do tempo e do dinheiro -- todos refletem como Cristo tem mudado minha vida de dentro para fora.

Quando Jesus entra em nossa vida, Ele não cobre nossas manchas com pó cosmético. Em vez disto, Ele nos limpa inteiramente a partir do interior. Esta renovação interior reflete-se na aparência exterior.

O testemunho mais eficaz da mudança que Cristo operou no interior é um sorriso radiante no rosto de uma pessoa limpa e vestida apropriadamente.

Uma aparência artificial e muito sofisticada, com jóias cintilantes e vestes extravagantes, revela não a radiância de uma personalidade centrada em Deus, mas a imagem artificial de uma pessoa egocêntrica.

Princípio número 2

O adornar nossos corpos com cosméticos coloridos, jóias cintilantes e vestes luxuosas revela orgulho e vaidade, que são destrutivos para nós e para outros. Esta verdade emerge implicitamente de vários exemplos negativos e explicitamente das admoestações apostólicas de Paulo e Pedro.

Isaías censura judias ricas por seu orgulho evidenciado por se adornarem da cabeça aos pés com jóias cintilantes e vestes caras. Elas seduziram os líderes, os quais eventualmente levaram a nação à desobediência e castigo divino (Isaías 3:16-26).

Jezabel destaca-se na Bíblia por seu esforço para induzir os israelitas na idolatria. A corrupção de seu coração é revelada pela tentativa que fez em sua última hora de parecer sedutora, pintando seus olhos e adornando-se para a chegada do novo rei, Jeú (II Reis 9:30). Mas o rei não foi enganado e ela morreu de uma morte ignominiosa. Por causa disto, seu nome tornou-se um símbolo de sedução na história bíblica (Apocalipse 2:20).

Ezequiel dramatiza a apostasia de Israel e de Judá mediante a alegoria de duas mulheres, Oolá e Oolibá, as quais, como Jezabel, pintaram seus olhos e se cobriram de adornos para tentar homens ao adultério (Ezequiel 23). Nesta alegoria achamos de novo cosméticos e ornamentos associados com sedução, adultério, apostasia e castigo divino.

Jeremias também usa uma alegoria semelhante para representar Israel abandonada politicamente, que em vão procura atrair seus aliados idólatras de antes (Jeremias 4:30). Mais uma vez, cosméticos e jóias são usados para seduzir homens a praticar o adultério.

No Apocalipse, João provê um retrato profético de uma grande prostituta "vestida de púrpura e de escarlate, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas" (Apocalipse 17:4).

Esta mulher impura, que representa a potência apóstata do tempo do fim, seduz os habitantes da Terra a cometer fornicação espiritual com ela. Em contraste, a noiva de Cristo, está vestida modestamente de linho puro e fino sem adornos exteriores (Apocalipse 19:7 e 8).

Assim, com poucas exceções metafóricas (Isaías 61:10; Jeremias 2:32; Ezequiel 16:9-14), tanto o Antigo como o Novo Testamento relacionam o uso de cosméticos coloridos, jóias cintilantes e vestes que atraem a atenção com apostasia e rebelião contra Deus.

Esta série de exemplos revela a condenação divina de tal prática. O que é ensinado implicitamente no Antigo Testamento através de exemplos negativos é reiterado positivamente no Novo Testamento pelos apóstolos Paulo e Pedro em sua condenação do uso de jóias e vestes luxuosas.

Ambos os apóstolos contrastam o adorno apropriado de mulheres cristãs com os ornamentos inapropriados de mulheres mundanas. Ambos os apóstolos nos dão essencialmente a mesma lista de adornos inapropriados (I Timóteo 2:9 e 10; I Pedro 3:3 e 4).

Ambos os apóstolos reconhecem que, tanto para homens como para mulheres, os adornos exteriores do corpo são incoerentes com os adornos interiores apropriados do coração -- um espírito manso e atos benevolentes.

Princípio número 3

Para experimentar renovação interior e reconciliação com Deus, é necessário remover todos os objetos exteriores de idolatria, incluindo jóias e adornos. Esta verdade é expressa especialmente através da experiência da família de Jacó em Siquém e dos israelitas no Monte Horebe.

Em ambos os casos, adornos foram removidos para efetuar reconciliação com Deus. Em Siquém Jacó apelou aos membros da família para que removessem seus ídolos e adornos (Gênesis 35:2 e 3) como um meio de preparar-se para uma purificação interior espiritual junto ao altar que pretendia edificar em Betel.

A resposta foi louvável: "Então deram a Jacó todos os deuses estrangeiros que tinham em mãos, e as argolas que lhes pendiam das orelhas; e Jacó os escondeu debaixo do carvalho que está junto a Siquém (Gênesis 35:4).

No Monte Horebe Deus pediu que os israelitas removessem seus atavios como prova de seu arrependimento sincero por terem adorado o bezerro de ouro: "Tira, pois, de ti os atavios; para que Eu saiba o que te hei de fazer" (Êxodo 33:5).

De novo a resposta do povo foi positiva: "Então os filhos de Israel tiraram de si seus atavios desde o Monte Horebe em diante" (Êxodo 33:6). A frase "desde o monte Horebe" (Êxodo 33:6) implica que os israelitas arrependidos assumiram um compromisso junto ao Monte Horebe de descontinuar o uso de atavios a fim de mostrar seu desejo sincero de obedecer a Deus.

Tanto em Siquém como no Monte Horebe, a remoção de jóias ornamentais contribuiu a preparar o povo para uma renovação do concerto com Deus.

Essas experiências nos ensinam que o uso de jóias ornamentais contribui para a rebelião contra Deus -- promovendo a glorificação própria -- e que sua remoção facilita reconciliação com Deus encorajando uma atitude humilde.

Portanto, para experimentar renovação espiritual e reforma, precisamos remover de nossos corações os ídolos que acariciamos -- quer sejam exaltação própria, realização profissional ou posses materiais -- e substituí-los por devoção a Deus.

Princípio número 4

Os cristãos devem vestir-se de modo modesto e apropriado, evitando extremos. Este princípio se acha no uso que Paulo faz do termo kosmios (bem-ordenado) para descrever o adorno apropriado do cristão (I Timóteo 2:9).

Quando se refere ao vestuário, o termo significa que o cristão deve vestir-se de um modo bem-ordenado, decoroso e apropriado. Este princípio nos desafia a dar atenção à nossa aparência pessoal, mas evitando extremos.

Vestir-se modestamente implica em que o vestuário deve prover cobertura adequada para o corpo de modo que outros não sejam embaraçados ou tentados. Este princípio é especialmente relevante hoje quando a indústria de modas procura vender vestes, jóias e cosméticos que exploram os poderosos impulsos sexuais do corpo humano, mesmo se isto significa vender produtos que promovem orgulho e sensualidade.

Podemos violar o princípio da modéstia tanto pela negligência da aparência pessoal como por dar excessiva atenção a ela.

Aconselha Ellen White: "Vista-se com bom gosto e de modo apropriado, mas não se faça objeto de observações quer se vestindo de modo ostensivo, quer por se vestir de modo relaxado e desasseado. Aja como se soubesse que o céu o observa, e que você está vivendo sob a aprovação ou desaprovação de Deus."4

Princípio número 5

Os cristãos devem vestir-se de modo decente e digno, mostrando respeito para com Deus, para consigo e para com os outros. Este princípio se encontra no uso que Paulo faz do termo aidos (decência, reverência) para descrever o adorno cristão apropriado (I Timóteo 2:9).

Os cristãos mostram reverência e respeito vestindo-se decente e sensatamente, sem causar vergonha ou embaraço a Deus, a outros ou a si mesmos.

Este princípio é especialmente relevante hoje, quando a indústria de modas freqüentemente rejeita respeito e decência como base para relações humanas construtivas.

A Bíblia explicitamente condena a aparência sedutora: "Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela" (Mateus 5:28).

As vestes reveladoras promovidas por alguns modistas da vanguarda despertam paixões sensuais em quem contempla e contribui para a depravação atual.
Vestindo-se modestamente, os cristãos desempenham papel importante em manter a moralidade pública. Deus nos convida a nos vestir modesta e decentemente, não só para prevenir o pecado, mas também para preservar intimidade.

Pessoas que querem pecar pecarão não importa quão modestamente vestidas estão as pessoas que vêem. O propósito da modéstia é não só de prevenir desejos sensuais, mas também preservar algo que é muito frágil e não obstante fundamental para a sobrevivência da relação conjugal: a habilidade de manter uma relação íntima com seu cônjuge.

Se o casamento há de durar a vida toda, como Deus planejara, então marido e mulher devem cooperar para preservar, proteger e nutrir a intimidade. Modéstia e decência preservarão o gozo da intimidade muito depois de terem soado os sinos do casamento.

Princípio número 6

Os cristãos devem vestir-se sobriamente, evitando o exibicionismo. Este princípio se encontra no uso que Paulo faz do termo sophrosune (sobriedade) para descrever o adorno próprio do cristão (I Timóteo 2:9).

Este termo denota uma atitude de domínio próprio, uma atitude que determina todas as demais virtudes. O apóstolo reconhecia que o domínio próprio é indispensável em ajudar o cristão a vestir-se modesta e decentemente.

Paulo descreve a mulher cristã convertida como a que se veste sobriamente, restringindo seu desejo de exibir-se pelo uso de penteados complicados, ouro, pérolas ou vestes dispendiosas (I Timóteo 2:9).

Sua aparência não diz: "Olhe para mim; admire-me", mas sim: "Olhe como Cristo me mudou de dentro para fora".

Uma cristã ou um cristão que foram libertados da preocupação constante de ser objeto de admiração não recearão usar a mesma indumentária freqüentemente, se é bem feita, modesta e cai bem.

A admoestação de Paulo para restringir o desejo de comprar e usar "roupas dispendiosas" (I Timóteo 2:9) também sublinha o princípio de mordomia cristã. Gastar além de nossos recursos é incompatível com o princípio cristão de mordomia.

Mesmo se está a nosso alcance comprar vestes dispendiosas, não nos cabe desperdiçar meios que Deus nos tem dado quando há tanta necessidade de ajudar os carentes e de alcançar os que ainda não conhecem o evangelho.

Princípio número 7

Os cristãos devem respeitar as distinções de sexo usando vestes que afirmam sua identidade masculina ou feminina. Este princípio é ensinado na lei que se acha em Deuteronômio 22:5, que proíbe o uso de roupas do sexo oposto.

Um comentário bíblico, que reflete a opinião de muitos estudiosos, assinala:

"O objetivo imediato desta proibição não era de impedir a licensiosidade, ou opor práticas idólatras...mas de manter a santidade da distinção dos sexos que foi estabelecida pela criação do homem e da mulher."5

Este princípio é particularmente relevante hoje, quando muitos no mundo da moda não mais exclamam: "Viva a diferença!", antes dizem: "Viva a semelhança!" De fato, a semelhança entre os estilos de penteado e as vestes de homens e mulheres têm se tornado tão grande que sua identidade é facilmente confundida.

A Bíblia considera importante preservar as distinções de sexo no vestuário. Isto é importante para nossa compreensão do que somos e do papel que Deus quer que desempenhemos. O vestuário define nossa identidade.

Um homem que quer ser tratado como mulher provavelmente usará jóias, perfumes e vestes ornadas como as mulheres. De igual modo, uma mulher que quer ser tratada como homem provavelmente se vestirá como homem.

A Bíblia não nos diz que estilo de vestuário homens e mulheres devem usar, porque reconhece que o estilo é ditado pelo clima e a cultura. A Bíblia nos ensina a respeitar a distinção de sexo no vestuário conforme as normas da nossa própria cultura.

Isto significa que como cristãos devemos nos perguntar ao comprar roupa: "Este artigo afirma minha identidade sexual, ou me faz parecer como se fosse do sexo oposto?" Quando sentir que certo tipo de vestimenta não pertence a seu sexo, siga sua consciência: não o compre, mesmo se estiver na moda.

Numa época em que a moda se inclina em abolir distinções de sexo no vestuário, nem sempre é fácil para cristãos acharem indumentária que afirma sua identidade sexual. Nunca foi fácil viver de acordo com princípios bíblicos. Mas esta é nossa vocação cristã -- não nos conformar com os valores e estilos de nossa sociedade, mas ser uma influência transformadora neste mundo pela graça de Deus.

Conclusão

O vestuário não faz o cristão, mas cristãos revelam sua identidade por sua maneira de vestir e aparência. A Bíblia não prescreve um vestuário normativo, mas nos convida a seguir a simplicidade e ausência de pretensão do estilo de Jesus, mesmo em nossa indumentária e aparência.

Seguir a Jesus em nosso vestuário e aparência significa distinguir-se da multidão, não se pintando, não se cobrindo de jóias e não se embonecando como tantas pessoas fazem hoje.

Isto exige coragem e discernimento. Coragem para não se conformar com os ditames sedutores da moda, mas ser transformado pelas diretrizes da Palavra de Deus (Romanos 12:2).

Discernimento para distinguir entre a moda caprichosa que muda e o estilo sensato que perdura. Coragem para revelar a beleza do caráter de Cristo, não pelo adorno exterior do corpo " com ouro, pérolas ou vestes dispendiosas", mas pelo embelezamento interno da alma com as graças do coração e o espírito manso e tranqüilo que é precioso aos olhos de Deus (I Pedro 3:3 e 4).

Coragem para vestir-se, não para glorificar a nós mesmos, mas para glorificar a Deus, vestindo-se modesta, decente e sobriamente.
Nossa aparência é um testemunho constante e silencioso de nossa identidade cristã. Possa ela sempre dizer ao mundo que vivemos para glorificar a Deus e não a nós mesmos.

Samuele Bacchiocchi (Doutor em Teologia, Universidade Pontifícia de Roma), leciona Teologia e História da Igreja na Andrews University. É o autor de muitos livros, entre eles, The Marriage Covenant, Wine in the Bible, The Advent Hope for Human Hopelessness e Do Sábado para Domingo. O segundo destes livros foi examinado em Diálogo 2:3.


Notas e referências

1. Este artigo é adaptado do meu livro Christian Dress and Adornment (Berrien Springs, Mich.: Biblical Perspectives, 1994). O livro pode ser adquirido de Adventist Book Centers ou pelo correio (US$13,00) de Biblical Perspectives, 4990 Appian Way, Berrien Springs, Michigan 49103, E.U.A.
2. William Thourlby, You Are What You Wear (New York: New American Library, 1980). pág. 52.
3. Ellen G. White, Testimonies for the Church (Mountain View, Calif.: Pacific Press Publ. Assn., 1948), vol. 3, pág. 376.
4. Ellen G. White, Orientação da Criança (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1993), pág. 415.
5. C. F. Keil e F. Delitzsch, Biblical Commentary on the Old Testament (Edinburgh: T. and T. Clark, 1873). Na mesma veia, J. Ridderbos escreve: "Estas proibições tinham em vista inculcar respeito pela ordem divina da criação e para a distinção entre sexos e espécies que ela apresenta" (Deuternomy [Grand Rapids, Mich.: Regency Reference Library, 1984], pág. 135). Ver também The Interpreter"s Bible Commentary (Grand Rapids, Mich.: Zondervan, 1992), vol. 3, pág. 135.

- Artigo Publicado Originalmente na Revista Diálogo de 1995.

100% Sensual & Pura - Michelson Borges

13:47 by Pr. Cleber Aragão 0 comentários
O título deste artigo pode parecer um contra-senso, mas isso ocorre apenas porque, quando o assunto é sexo e erotismo, especialmente na mentalidade ocidental, a conotação é de impureza.

Uma das definições da palavra “sensual” no Dicionário Michaelis é: “Pertencente ou relativo aos sentidos ou à sensação física, sensitivo.” Já o Houaiss define assim: “Que atrai fisicamente; belo, bonito.” Como foi Deus quem criou os sentidos, sensualidade não deveria ter a conotação que tem.

A Bíblia coloca a sensualidade em sua verdadeira moldura. Segundo o Pastor Edson Nunes Jr., líder da comunidade judaico-adventista de São Paulo e mestrando do Centro de Estudos Judaicos da USP, “a visão judaico-bíblica do sexo é baseada claramente em Gênesis 1 e 2, ou seja, o sexo foi criado por Deus e instituído antes do pecado”.

Edson destaca uma nuance interessante do texto: Deus diz que homem e mulher formam “uma só carne”, isto é, eles se tornam um, e essa é a principal característica do próprio Deus (Deut. 6:4). “No sexo, o ser humano deve refletir o caráter de Deus, daí a importância do sexo como fator de santidade”, afirma Edson.

“É importante notar que Moisés ‘gasta’ boas páginas de Levítico, Números e Deuteronômio para tratar de pecados sexuais. Outro fator importante é a questão do sexo dentro do casamento. A história de Isaque é o exemplo mais claro.”

O foco da pesquisa de Edson é o livro de Cantares, que trata o sexo como momento único de intimidade entre homem e mulher que se amam tanto que não suportam a ausência um do outro (cf. o capítulo 3, por exemplo). “A intimidade sexual é abordada com inúmeras metáforas, sendo uma delas o uso dos óleos (mirra, por exemplo), que não são descritos a partir do aroma, mas do aspecto táctil (5:5; 5:13)”, explica o mestrando.

“O erotismo também é muito claro, principalmente pela descrição detalhada dos atributos de beleza de ambos, sem pudores. O jardim que aparece ao longo do livro ora é um jardim real, ora um símbolo da genitália feminina. A vinha, em Cantares, é um lugar de consumação do amor, de um amor pleno, pois é na vinha que ela se entrega ao rei (7:12).

A busca do sexo nesse livro é a busca por intimidade, por relacionamento. O sexo é uma espécie de consumação do amor pré-existente; o prazer e a alegria desses momentos de intimidade física ocorrem em virtude do amor entre ambos.”

Para o Pastor Edson, é Cantares 2:16 que estabelece o padrão de relacionamento sexual: um homem e uma mulher. Ele é dela e vice-versa. Não há inserção de terceiros. Sobretudo, o que leva ao sexo, erotismo e prazer entre eles é justamente essa reciprocidade (companherismo, intimidade, interação, parceria, etc.), uma espécie de pacto pleno, um pertencer ao outro único, completo, profundo.

“As comparações que são feitas sobre o corpo de ambos também são outro claríssimo indicador da pureza e naturalidade do sexo, que de um lado não precisa carregar uma ‘aura’ pecaminosa e pervertida, mas de outro, deve ser colocado como um passo de santidade. O sexo, em Cantares, é um quadro perfeito, com a mistura exata de todos os ingredientes: a mulher amada; o homem amado; romantismo; muito amor e desejo; carinho; respeito.”

Infelizmente, para tudo o que Deus fez e abençoou, Satanás criou uma contrafação. Deus criou o sexo, o inimigo criou a licenciosidade. Deus orientou o namoro, o diabo inventou o “ficar”. Deus criou o homem para apreciar a beleza feminina, o anjo caído tratou de saturar o mundo com a superexposição do corpo da mulher, tornando-a objeto.

A batalha do homem

Como Jesus mesmo disse, o pecado germina na mente. E a mentalidade doentia pode ter início quando se adquire o “simples” hábito de ficar observando mulheres bonitas. O próximo passo, segundo estudiosos da sexualidade, é usar a mente para fantasiar.

Depois que o sentimento de culpa e a força para resistir à tentação diminuem, fica mais fácil observar fotos de mulheres seminuas em revistas e catálogos de roupas femininas, por exemplo. Daí para a pornografia, é um pulo.

O viciado em pornografia quase sempre sofre isolado, mas quem realmente colhe as conseqüências de seu pecado é a família. É o tipo de vício que atrofia o homem, impedindo-o de se tornar o marido e pai que Deus sonha e a esposa e os filhos desejam. O marido viciado tem dificuldade de se relacionar sentimentalmente com a esposa, que, por sua vez, jamais conseguirá competir com as mulheres da fantasia, que parecem perfeitas e fazem qualquer coisa que a mente pervertida exija.

No livro A Batalha de Todo Homem (Mundo Cristão), os co-autores Stephen Arterburn e Fred Stoeker colocam o problema para o qual se propõem oferecer soluções: “Você [homem] está em uma posição difícil, vive em um mundo levado pela maré de imagens sensuais, disponíveis 24 horas por dia, em uma grande variedade de mídias: impressos, televisão, vídeos, internet – até mesmo telefones. Mas Deus lhe oferece a liberdade da escravidão do pecado através da cruz de Cristo, e foi Ele que criou os seus olhos e a sua mente com a capacidade de serem treinados e controlados. Basta permanecer firme e andar, pelo Seu poder, no caminho correto.”

Essa é a batalha do título do livro – contra a sensualidade deturpada e a imoralidade – e o “caminho correto” é apontado pelos autores, por meio de seu próprio testemunho de queda e vitória.

Depois de falar de sua vida imoral e promíscua, Fred relata sua conversão, mas afirma que ainda havia “detalhes” para serem entregues a Jesus. E esses detalhes o impediam de crescer na fé. Ele diz: “Nunca conseguia olhar Deus nos olhos. Nunca conseguia adorá-Lo completamente. Pelo fato de sonhar com outras mulheres e preferir me divertir mentalmente com as lembranças das conquistas sexuais do passado, eu sabia que era um hipócrita e continuava a me sentir distante de Deus. ... Minha vida de oração era débil. ... Meu casamento também passava por maus momentos. Por causa do meu pecado, eu não conseguia confiar totalmente em Brenda, sem deixar de temer que ela pudesse me abandonar mais tarde. ... Na igreja, eu era um engravatado oco. ... Finalmente eu estabeleci a conexão entre minha imoralidade sexual e minha distância de Deus. Eu estava pagando multas pesadas em todas as áreas da minha vida. Tendo eliminado os adultérios e a pornografia visível, eu parecia puro exteriormente, para as outras pessoas. Mas para Deus faltava muita coisa. Eu havia encontrado meramente um terreno intermediário, algum lugar entre o paganismo e a obediência às leis de Deus.”

Você conhece algum homem assim? Fred era o tipo, mas pelo poder de Deus conseguiu tornar-se um homem puro e feliz em seu casamento – alcançou a sensualidade pura. Mas como? Afinal, o que o homem que enfrenta esse tipo de luta deve fazer? Os autores sugerem a construção de três “perímetros de defesa”: (1) com os olhos, (2) em sua mente e (3) em seu coração. O objetivo é a pureza sexual, e o livro traz uma boa definição disso: “Você é sexualmente puro quando seu prazer sexual provém de ninguém ou nada além de sua esposa.”

No primeiro perímetro (o dos olhos), a proposta é fazer uma aliança com os olhos, exatamente como fez Jó: “Fiz uma aliança com meus olhos; como, pois, os fixaria eu numa donzela?” Jó 31:1. Para isso, são necessárias duas etapas: (1) fazer um estudo de si próprio. Como e onde você está sendo mais atacado? (2) Definir sua defesa para cada um dos maiores inimigos que você identificou. Quais são as fontes mais óbvias e abundantes de imagens sensuais, além de sua esposa? Para onde você olha com mais freqüência? Onde você é mais fraco?

Sobre imagens sensuais que aparecem em comerciais de TV, por exemplo, a recomendação é mudar de canal imediatamente. “Quando seus filhos o observarem mudar de canal, você servirá de exemplo vivo de santidade em sua casa, e isso lhes servirá de ótimo exemplo.”

E sobre filmes? “Temos uma ótima regra em casa. Qualquer vídeo inapropriado para as crianças será provavelmente inapropriado para os adultos. Com essa regra em vigor, os filmes sensuais nunca foram um problema em nosso lar.”

Com o segundo perímetro (a mente), “você não só bloqueia os objetos de luxúria, como também os avalia e os captura”, explicam os autores. “Um versículo-chave para apoiá-lo nesse estágio está em II Coríntios 10:5: ‘Levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo.’”

Segundo eles, a meta é privar os olhos de todas as coisas sensuais além da esposa. Para os solteiros, isso significa distanciar os olhos de todas as coisas sensuais. “Isso o ajudará a vencer o desejo pelo sexo antes do casamento com a mulher que namora”, garantem. “Se você privar seus olhos assim como os homens casados, verá sua companheira como uma pessoa, e não como um objeto.”

Exemplo da mulher islâmica

Uma notícia que surpreendeu muita gente foi o aumento da exportação de lingeries brasileiras para os países islâmicos, um crescimento na ordem de 160%. Cobertas da cabeça aos pés pela burca, as mulheres que as usam se preocupam em ser sensuais – para o marido. E o restante dos homens não tem nada a ver com isso.

Enquanto elas escondem e preservam o “mistério”, as ocidentais escancaram, de tal forma que o corpo feminino não tem mais segredo a ser revelado. Esqueceram que, conforme escreveu a jornalista Lucia Sauerbronn, “sensualidade nada tem que ver com exposição. Sedução não é vulgaridade. Intimidade é um negócio a dois”, no casamento, é claro.

Evidentemente que a comparação com as muçulmanas não deve ser levada às últimas conseqüências. Mas o princípio da modéstia não pode ser passado por alto, ainda que isso signifique para o cristão remar contra a maré.

No livro “A Batalha de Todo Homem” à página 37, os autores apresentam o desabafo do jovem Thad, que estava se recuperando da dependência de drogas e procurando se tornar membro de uma igreja. Ele diz: “Eu quero ser livre, mas estou ficando cada vez mais frustrado e enfurecido com a igreja. A Bíblia diz que as mulheres devem se vestir de forma modesta, mas elas não agem assim. As mulheres solteiras estão sempre usando as últimas (e mais agarradas) roupas da moda. Eu olho para elas, mas tudo o que vejo são curvas e pernas. Sabe aquela saia que tem um racho mostrando quase toda a coxa? Então, essa coxa cintila a cada passo. Eu fico completamente irado. Por que elas fazem com que tudo seja mais difícil?”

Não é preciso usar burca. Mas o cuidado com a indumentária, isso sim, é necessário.

Alvo possível?

O escritor Julio Severo dá alguns conselhos para se vencer na área sexual: “Homens, quando surge uma fantasia sexual, não podemos acompanhá-la. Se entregarmos a mente só um minuto, teremos mais dificuldades para vencer quando outras fantasias aparecerem. Se seu problema são as revistas, fique longe das bancas de jornais. Se é a internet ou a TV por assinatura, desconecte-se.

“Se os catálogos de roupas femininas da sua esposa são uma tentação para você, converse com ela e peça-lhe que cancele sua assinatura. O que estou querendo dizer é que é preciso tomar a decisão de parar antes que se perca o controle. Faça como José: fuja da tentação sexual (Gên. 39:10-12). Se você sente que já está além de suas forças, há pessoas que podem ajudar.

“Mulheres, é hora de despertar. Vocês precisam compreender as dificuldades que seus maridos e filhos têm para proteger a mente e mantê-la pura. Vocês precisam entender que cenas e imagens têm um impacto muito forte na mente masculina. ... As meninas precisam entender que elas podem com muita facilidade se tornar o alvo da fantasia dos homens. Quando rebaixam seus padrões e levantam a barra da saia, vocês ajudam a alimentar a imaginação e os impulsos de outros homens.”

A sensualidade pura é um alvo a ser buscado. Para o bem do homem, da mulher, da família, da igreja e da sociedade. Será que isso é possível neste mundo tão corrompido? Sim, mas somente com a força que vem dAquele que planejou a sexualidade humana – o Deus Criador.

Por: Michelson Borges

Tuitaço criacionista é destaque no Twitter - Michelson Borges

13:39 by Pr. Cleber Aragão 0 comentários
Tuitaço criacionista é destaque no Twitter

O Twitter foi inundando nesta última sexta-feira (3) pela tag #criacionismo. Com mensagens e links de reportagens que defendem o criacionismo, os internautas adventistas puderam passar para os usuários do Twitter de todo o mundo a força da crença no criacionismo. O movimento no Twitter, que foi originalmente idealizado pelo jornalista Michelson Borges e divulgado em seu blog, começou aproximadamente às 18h. De todas as partes do Brasil, as pessoas enviavam mensagens com a tag #criacionismo. Em menos de uma hora, a tag já estava entre as dez mais utilizadas pelos usuários do Twitter no Brasil. Ateus e evolucionistas foram convidados a debater o assunto utilizando os 140 caracteres permitidos no Twitter. Entre as mensagens mais utilizadas, apareceram textos bíblicos e citações de apoio ao criacionismo nos grande jornais e revistas.

O tuitaço continua neste sábado (4) até às 18h, quando se encerram as horas sábaticas. Qualquer usuário do Twitter pode participar, basta apenas utilizar a tag #criacionismo em suas mensagens.

(IASD Green Ville)

Nota: Tuiteiros do Japão, de Portugal e outros países também participaram da campanha. Recebi várias perguntas via Twitter de pessoas interessadas no assunto. No dia do tuitaço, o blog Criacionismo atingiu um pico de quase três mil acessos (quase 700 além do normal). Deus seja louvado com tudo isso e muito obrigado pelo apoio de todos.[MB]

Os Adventistas e a Política - Pr. Alberto R. Timm

13:35 by Pr. Cleber Aragão 0 comentários
Pr. Alberto Ronald Timm

Notícias sobre crises políticas e corrupções governamentais acabam polarizando a opinião pública dos países afetados. É curioso ver, de um lado, políticos questionáveis se fazendo de vítimas para continuar recebendo o apoio popular e, do outro lado, oposicionistas que aproveitando a situação para se autoproclamarem os únicos salvadores da pátria. A o mesmo tempo em que vários políticos tradicionais vão perdendo a credibilidade, algumas denominações evangélicas tem-se mobilizado politicamente, a ponte de montarem sua próprias bancadas em câmaras de vereadores, nas assembléias legislativas na Câmara dos Deputados e mesmo no Senado Federal, sob o pretexto de que os políticos evangélicos são mais honestos e confiáveis.

A crescente militância política evangélica tem suscitado algumas indagações importantes entre os próprios adventistas:
1ª) Deveriam os adventistas continuar politicamen­te passivos ou assumir uma postu­ra mais agressiva diante das crises governamentais?
2ª)Como a Igreja Adventista do Sétimo Dia encara a candidatura de alguns de seus membros a cargos políticos através de eleições públicas?
3ª) Que critérios devem ser usados na escolha dos candidatos em quem votar?

No capítulo “Nossa Atitude Quanto à Política” do livro Obreiros Evangélicos, págs. 391-396 (ver também Fundamentos da Educa­ção Cristã, págs. 475-484), podem ser encontradas importantes orientações sobre o não envolvi­mento de obreiros denominacio­nais em questões políticas. Já o pre­sente artigo menciona alguns con­ceitos básicos sobre a posição dos adventistas como cidadãos, candi­datos e eleitores políticos.

Organização apolítica

Exis­tem pelo menos três princípios fundamentais que regem a posição da Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre a política. Um deles é o prin­cípio da separação entre Igreja e Estado, levando cada uma dessas entidades a cumprir suas respecti­vas funções sem interferir nos ne­gócios da outra. A Igreja crê que só poderá preservar esse princípio por meio de uma postura denomi­nacional apolítica, não se posicio­nando nem a favor e nem contra quaisquer regimes ou partidos po­líticos. Essa postura deve caracteri­zar, não apenas a organização ad­ventista em todos os seus níveis, mas também todas as instituições por ela mantidas, todas as congre­gações adventistas locais, bem como todos os obreiros assalaria­dos pela organização.

A Igreja encontra nos ensinos de Cristo e dos apóstolos base sufi­ciente para evitar qualquer mili­tância política institucional. O cris­tianismo apostólico cumpria sua missão evangélica sob as estruturas opressoras do Império Romano sem se voltar contra elas. O pró­prio Cristo afirmou que o Seu rei­no “não é deste mundo” e que, por conseguinte, os Seus “ministros” não empunham bandeiras políti­cas (João 18:36). Qualquer com­promisso político ou partidário por parte da denominação dificultaria a pregação do “evangelho eterno” a todos os seres humanos indistinta­mente (Mat. 24:14; Apoc. 14:6).

Outro princípio fundamental é que o nível de justiça social de um país é diretamente proporcional ao nível de justiça individual de cada um dos seus cidadãos, e que esta justiça individual, por sua vez, deri­va do interior da própria pessoa. Reconhecendo as dimensões so­ciais do pecado, a Igreja apóia e mesmo participa de projetos so­ciais e educacionais que benefi­ciam a vida comunitária sem con­flitarem com os princípios bíblicos. Muitos desses projetos são levados a efeito em nome da ADRA – Agên­cia de Desenvolvimento e Recur­sos Assistenciais. No entanto, a Igreja não participa de quaisquer greves e passeatas de índole políti­ca e partidária que acabariam com prometendo sua postura apolítica.

A validade de uma perspectiva que parta do interior para o exte­rior do ser humano é destacada por Cristo ao afirmar que “de dentro, do coração dos homens, é que proce­dem os maus desígnios, a prostitui­ção, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura” (Mar. 7:21, 22). Conseqüentemente, a solução cabal para esses problemas não está na mera formulação de novas leis ou no ativismo revolucionário, e sim, na conversão interior do ser humano. Nas palavras de Cristo, “limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fi­que limpo!” Mat. 23:26.

Um terceiro princípio funda­mental é que cada cristão adventista possui uma dupla cidadania ele é, acima de tudo, cidadão do reino de Deus e, em segundo plano, cidadão do país em que nasceu ou do qual obteve a cidadania. Conseqüente­mente, deve exercer sua cidadania terrestre com base nos princípios cristãos de respeito ao próximo. Mesmo desaprovando situações de injustiça e exploração social, a Igreja Adventista do Sétimo Dia procura se relacionar respeitosamente com o governo civil e os partidos políticos de cada país em que exerce suas ati­vidades, sem com isso comprometer os princípios bíblicos.

Que o cristianismo não isenta os cristãos dos seus deveres civis é evidente na ordem de Cristo: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.” Mar. 12: 17. O Novo Testamento apresenta várias orien­tações a respeito do dever cristão de honrar os governos civis como instituídos por Deus (ver Rom. 13:1-7; Tito 3:1 e 2; I Pedro 2:13­17). Somente quando tais governos obrigam seus súditos a transgredi­rem as leis divinas é que o cristão deve assumir a postura de que “an­tes, importa obedecer a Deus do que aos homens”: Atos 5:29.

Candidatos adventistas

En­tre os direitos do cristão adventista no exercício de sua cidadania, está o de ocupar cargos políticos. O An­tigo Testamento menciona vários membros do povo de Deus que exerceram funções de grande pro­jeção no governo de importantes nações pagãs da época. Por exem­plo, José foi por muitos anos pri­meiro-ministro do Egito, a mais importante nação da época (Gên. 41:38-45). Colocado por Deus so­bre o trono daquele país (Gên. 45:7, 8), José se manteve “puro e imacu­lado na corte do rei”; e foi “um re­presentante de Cristo” aos egípcios (Medicina e Salvação, pág. 36; Pa­triarcas e Profetas, págs. 368-369). Daniel exerceu importantes cargos governamentais em Babilônia sob o reinado de Nabucodonosor, Bel­sazar, Dario e Ciro (Dan. 2:48, 49; 5:11, 12,29; 6:1-3, 28; 8:27). Com um apego incondicional aos prin­cípios divinos, Daniel e seus com­panheiros foram embaixadores do verdadeiro Deus na corte desses reis (ver Dan. caps. 1, 3 e 6).

A postura de José e Daniel nas cortes pagãs do Egito e de Babilônia, respectivamente, corrobora o fato de que é possível ser cristão sob governos não comprometidos com a religião bíblica. Mas o apri­sionamento de José (Gên. 39:7-23), o teste alimentar de Daniel e seus três companheiros (Dan. 1), a pas­sagem desses três companheiros na fornalha de fogo (Dan. 3) e a expe­riência de Daniel na cova dos leões (Dan. 6) comprovam que há um preço elevado a ser pago por aque­les que ocupam cargos públicos em ambientes hostis à verdadeira reli­gião. O exemplo do rei Salomão deixa claro que boas intenções ini­ciais (II Crôn. 1:1-13) podem ser corrompidas pela influência de ambientes vulgares (I Reis 11:1-15). Já a atitude do rei Ezequias para com a embaixada de Babilônia comprova que governantes temen­tes a Deus correm o risco de se or­gulharem de suas próprias conse­cuções (II Reis 20:12-19).

É interessante notarmos que José e Daniel foram nomeados para suas funções públicas pelos pró­prios monarcas da época. Mas hoje, na maioria das democracias modernas, as pessoas precisam se candidatar e concorrer a tais fun­ções em um processo bem mais competitivo. O fato de existirem políticos corruptos não significa que todo político seja corrupto. Embora a Igreja Adventista do Sé­timo Dia, normalmente, não enco­raje e nem desestimule a candida­tura política dos seus membros, ela também reconhece que a socieda­de contemporânea tem sido bene­ficiada pelo bom exemplo de al­guns políticos adventistas que con­correm honestamente a determi­nados cargos públicos e os exercem dignamente, sem comprometerem com isso os princípios bíblicos. A influência positiva de políticos ad­ventistas tem sido decisiva, em vá­rios países, para o estabelecimento de legislações que facilitem a ob­servância do sábado.

A Igreja espera que os adventis­tas que se candidatam a cargos po­líticos elegíveis sejam honestos em sua campanha e, se eleitos, tam­bém no exercício de suas funções políticas. Cada candidato deve conduzir o seu processo eleitoral-­político (1) sem assumir posturas ideológicas e partidárias contrárias aos princípios cristãos; (2) sem se valer de recursos financeiros ina­propriados; (3) sem prometer o que não possa cumprir; (4) sem de­negrir a reputação de outros candi­datos igualmente honestos; (5) sem se envolver com coligações não condizentes com a fé cristã-adven­tista; (6) sem jamais comprometer a observância do sábado em suas campanhas; e (7) sem minimizar seu compromisso pessoal com o estilo de vida adventista em coque­téis e confraternizações sociais.

Conheço igrejas locais que en­frentaram sérias desavenças inter­nas pelo fato de alguns dos seus membros se candidatarem a verea­dores por partidos rivais. É certo que os membros da igreja têm o di­reito, como cidadãos, de se candi­datarem e concorrerem a cargos elegíveis, bem como de procura­rem convencer outros a neles vota­rem. Mas nenhuma programação oficial de qualquer congregação ad­ventista deve ser usada como plata­forma política que comprometa a postura apolítica da denominação . Candidatos adventistas que usam eventualmente o púlpito devem pregar o evangelho, sem jamais fa­lar sobre política. Deus poderá abençoar ricamente os candidatos que exercerem honestamente sua cidadania, respeitando a posição apolítica da igreja e de seus obrei­ros, e promoverem a cordialidade e a unidade de nossas congregações.

Eleitores adventistas

Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia devem reconhecer ser seu dever individual escolher cons­cientemente em quem votar. O princípio básico é sempre votar em candidatos cuja ideologia, crenças, estilo de vida e propostas políticas estejam mais próximos dos princí­pios adventistas . Entre os princí­pios mais importantes estão: (1) liber­dade religiosa, (2) separação entre Igreja e Estado, (3) observância do sá­bado, (4) conduta moral, (5) temperança cristã, (6) apoio ao sistema educacio­nal privado mantido pela Igreja, e a (6) tentativa de melhorar a qualidade de vida das classes moral e econo­micamente desfavorecidas. A posi­ção da Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre algumas dessas questões é enunciada no livro Declarações da Igreja (Tatuí, SP: CPB, 2003).

Ellen White adverte contra votar em candidatos sem compromisso com a liberdade religiosa: “Não po­demos, com segurança, votar por partidos políticos; pois não sabe­mos em quem votamos. Não pode­mos, com segurança, tomar parte em nenhum plano político. Não podemos trabalhar para agradar a homens que irão empregar sua in­fluência para reprimir a liberdade religiosa, e pôr em execução medi­das opressivas para levar ou com­pelir seus semelhantes a observar o domingo como sábado. O primeiro dia da semana não é um dia para ser reverenciado. É um falso sábado, e os membros da família do Senhor não podem ter parte com os ho­mens que o exaltam, e violam a lei de Deus, pisando Seu sábado. O povo de Deus não deve votar para colocar tais homens em cargos ofi­ciais; pois assim fazendo, são parti­cipantes nos pecados que eles co­metem enquanto investidos desses cargos:’ – Fundamentos da Educa­ção Cristã, pág. 475.

Um dos maiores problemas na escolha de candidatos é a teoria de que “os fins justificam os meios”: Se determinado candidato, mesmo sem compromisso com os princí­pios acima mencionados, promete beneficiar financeira ou politica­mente a Igreja, alguns líderes jul­gam pertinente apoiar tal candida­to em troca desses favores. Mas esse tipo de barganha política ja­mais deveria ser tolerado nos meios adventistas. Acima de quais­quer benefícios coletivos ou indivi­duais, deve estar o compromisso com os princípios adventistas.

Outro aspecto de especial inte­resse para os eleitores adventistas é a votação ou não em candidatos adventistas. Alguns crêem equi­vocadamente que, votando em candidatos adventistas, estariam ao mesmo tempo promovendo a liberdade religiosa e postergando os eventos finais. Mas é dever de todo o cristão-adventista exercer sua influência em favor da liberda­de religiosa (Mensagens Escolhi­das, vol. 2, pág. 375; Testemunhos para Ministros, págs. 200-203), contribuir positivamente para a fi­nalização da pregação do evange­lho (Mat. 24:14; 28:18-20), e dei­xar os eventos finais por conta de Deus (Atos 1:6-8).

Como membros do corpo de Cristo (I Cor. 12:12-31), deveríamos acabar com a falsa teoria de que “adventista não deve votar em adventista”: Essa teoria só é aplicá­vel a candidatos que não vivem uma vida condizente com os prin­cípios adventistas ou cuja candida­tura visa apenas a obter benefícios pessoais, sem uma proposta políti­ca adequada. Mas, por outro lado, se os candidatos adventistas são os que mais próximo se encontram dos princípios que sustentamos e se eles possuem boa proposta polí­tica, então, não existe qualquer jus­tificativa plausível para se descar­tar tais candidatos simplesmente por serem adventistas.

Deveria ser considerada tam­bém a questão das eleições no sá­bado em países onde a votação é obrigatória. Este assunto foi trata­do por Mário Veloso em seu artigo “Os adventistas e a eleição no sába­do”; Revista Adventista (Brasil), ju­lho de 1986, págs. 19-20. Embora a Igreja Adventista do Sétimo Dia não discipline os membros que, por iniciativa pessoal, votem du­rante as horas do sábado, a reco­mendação é que isso seja evitado. O referido artigo foi escrito como um apelo aos políticos brasileiros para que houvesse um “prolonga­mento das horas para o exercício do voto, de tal maneira que os ad­ventistas possam votar depois do pór-do-sol do sábado”: A declara­ção de que Ellen White votaria até mesmo “no sábado” diz respeito à causa da temperança, ou seja, à lei seca de proibição da venda de bebi­das alcoólicas, em Des Moines, Iowa, em 1881 (ver Arthur L. Whi­te, Ellen G. White, vol. 3, págs. 158-­161). Mas essa declaração não pro­vê qualquer endosso a votação po­lítica em dia de sábado.

Conclusão

A Igreja Adventista do Sétimo Dia sempre manteve uma posição oficial apolítica de não se posicionar a favor ou contra qualquer regime ou partido políti­co. Essa posição é mantida em to­dos os níveis organizacionais e ins­titucionais da denominação, inclu­sive em suas congregações locais. Os obreiros assalariados pela de­nominação devem manter a mes­ma postura. Conseqüentemente, nenhum púlpito adventista e ne­nhuma reunião promovida oficial­mente pela denominação jamais deveria desfraldar qualquer ban­deira política. Ele é um lugar onde o evangelho eterno deve ser pro­clamado com o propósito de con­duzir à salvação em Cristo pessoas de todas as etnias e de todos os partidos políticos, sem preferên­cias e discriminações.

Por contraste, a Igreja faculta aos seus membros o direito indivi­dual de exercer sua cidadania, in­clusive a de se candidatar a cargos políticos e de exercê-los dignamen­te. Tanto no processo eleitoral como no exercício da função, espe­ra-se que cada adventista engajado em tais atividades mantenha uma postura digna de verdadeiro cris­tão adventista. Todos os políticos adventistas deveriam considerar a José e Daniel como seus modelos políticos. Deveriam sentir ser seu dever zelar pessoal e publicamente pela liberdade religiosa e pelos princípios cristãos em um mundo carente dos valores absolutos da verdadeira religião bíblica.

Todos os membros da igreja de­veriam votar conscientemente nos candidatos que melhor refletem os ideais adventistas. A escolha dos candidatos não deveria ser tanto por partido político, mas pela ideologia e os valores pessoais de cada um. Candidatos adventistas não deveriam ser discriminados simplesmente por serem adventis­tas, exceto se não demonstram uma conduta digna ou não pos­suam um plano de governo ade­quado. O voto de cada adventista deveria ser um testemunho autên­tico a favor da liberdade religiosa que facilite o cumprimento da missão adventista nestes dias finais da história humana.

Pr. Alberto Ronald Timm, Ph.D, é professor de Teologia Histórica do Unasp Campus Engenheiro Coelho e diretor do Centro de Pesquisas Ellen G. White.

Justiça Injusta - Prof. Gilson Medeiros

13:27 by Pr. Cleber Aragão 0 comentários
Justiça Injusta

Há alguns meses o Brasil ficou sabendo de duas grandes falhas da nossa "Justiça".
A primeira é com relação àquela mãe que foi acusada de ter colocado cocaína na mamadeira da própria filha, provocando sua morte (veja aqui). O laudo revelou que tudo não passou de um grave engano, e a jovem foi libertada. Porém isso só ocorreu depois que sua imagem e dignidade foram jogados no lixo, tendo, inclusive, ficado com problemas de visão e audição em decorrência das inúmeras surras que levou das outras detentas, enquanto esteve na prisão. Afinal, quem poderia conviver pacificamente com uma mãe que cometera tamanha barbárie?!
A outra foi sobre aqueles 3 rapazes que passaram 2 anos presos por terem sido acusados de violentarem e matarem uma moça em Guarulhos (veja aqui). Depois de tanto tempo de humilhações e violências na prisão (pois todos sabemos como os presos tratam acusados de estupro), descobriu-se o verdadeiro assassino - um homem que estava sendo chamado pela Mídia como o "maníaco de Guarulhos".
No caso desses rapazes, o Sistema é tão "burrocrático" que eles ainda teriam que ir a julgamento, mesmo com tudo já comprovado acerca de sua inocência. Pasmem!
Alguns dias depois, a Imprensa também comparou o caso do jornalista Pimenta Neves, ex-diretor da "Folha de São Paulo", com o de um fotógrafo. Ambos cometeram o mesmo tipo de crime - mataram a namorada/esposa. Ambos confessaram o crime. Ambos foram presos... mas somente o fotógrafo ainda permanecia na cadeia. Ambos solicitaram Habeas Corpus... mas somente o de Pimenta Neves foi aceito. No caso do ex-jornalista, os Advogados de defesa conseguiram até que a pena fosse diminuída, enquanto que o outro réu continuava encarcerado, sem perspectiva de sair, mesmo com "bons antecedentes".
Qual a diferença entre eles? Simples: um é rico, e pode contratar Advogados que cobram até R$ 500 mil para libertarem um réu confesso; enquanto que o outro, coitado, não tem dinheiro para contratar nenhum Advogado, e está sendo "defendido" por um Defensor Público - que cuida de outros 20 processos de presos pobres.
Esse é o padrão de "justiça" a que nós estamos acostumados a presenciar em nossa sociedade - uma "justiça" que CONDENA INOCENTES E LIBERTA CULPADOS. Quem não lembra do recente caso de um banqueiro (que até parece ser o dono do Brasil), que teve a prisão decretada por um Juiz de 1ª instância, e o próprio Presidente da Corte Suprema o libertou em questão de horas? Um recorde digno de Olimpíada!
Sem dúvidas, a "Justiça é Cega", mas apenas para o sofrimento e humilhação do mais pobre!

O Juiz Justo
A Bíblia é clara em apresentar que também haverá um Julgamento Divino sobre a Humanidade.
1. Paulo
“...que retribuirá a cada um segundo o seu procedimento: Dará a vida eterna aos que, perseverando em fazer o bem, procuram glória, honra e incorruptibilidade; mas ira e indignação dos facciosos que desobedecem à verdade, e obedecem a injustiça” – Rom. 2:6-8.
“Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo” – 2Cor. 5:10.
“Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor, e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo; pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisto não há acepção de pessoas” – Col. 3:23-25.
“... manifesta se tornará a obra de cada um; pois o dia a demonstrará, porque está sendo revelada pelo fogo; e qual seja a obra de cada um o próprio fogo o provará” – 1Cor. 3:13.
2. Pedro
“Ora, se invocais como Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo as obras de cada um, portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação” – 1Pedro 1:17.
3. Davi
“...e a ti, Senhor, pertence a graça: pois a cada um retribuis segundo as suas obras” – Salmo 62:12.
4. Salomão
“Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras até que as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más” – Ecles. 12:14.
5. Jesus Cristo
“Porque o Filho do homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um conforme as suas obras” – Mat. 16:27.
“Quando vier o Filho do homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos à esquerda; então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome e me deste de comer; tive sede e me deste de beber; era forasteiro e me hospedaste; estava nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; preso e fostes ver-me. Então perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber? E quando te vimos forasteiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos? E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar? O Rei, respondendo, lhe dirá: Em verdade vos afirmo que sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. Então o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. Porque tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber; sendo forasteiro, não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso não fostes ver-me. E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso, e não te assistimos? Então lhes responderá: Em verdade vos digo que sempre que os deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer. E irão este para o castigo eterno, porém os justos para a vida eterna” – Mateus 25:31-46.
“Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo; porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras serás condenado” – Mateus 12:36, 37.
O que vai ser julgado?
Se a fé foi operante (julgamento qualitativo).
Mas também o julgamento será uma verificação para ver se as obras são obras de fé (julgamento quantitativo).
“Entretanto, porém, o rei para ver os que estava à mesa, notou ali um homem que não trazia veste nupcial” – Mat. 22:11.
O Rei veio conferir se os convidados estavam trajados com as vestes nupciais.
“Você aceitou as vestes que Eu fiz e lhe dei?”, “Suas obras são obras da fé?”.
O julgamento será realizado em função da fé ou da incredulidade. Assim, o que será avaliado no julgamento é se o que foi feito, foi pela fé ou pelo esforço próprio de legalismo.
“No cerimonial típico, somente os que tinham vindo perante Deus com confissão e arrependimento, e cujos pecados, por meio do sangue da oferta para o pecado, eram transferidos para o santuário, é que tinham parte na cerimônia do dia da expiação. Assim, no grande dia da expiação final e do juízo de investigação, os únicos casos a serem considerados são os do povo professo de Deus” – O Grande Conflito, p. 480.
“Ao abrirem-se os livros de registro no juízo, é passada em revista perante Deus a vida de todos os que creram em Jesus. Começando pelos que primeiro viveram na Terra, nosso Advogado apresenta dos casos de cada geração sucessiva, finalizando com os vivos” – Idem, p. 482.
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Da Justiça humana não podemos esperar perfeição (e os fatos são inúmeros para provarem isso). Mas no Juízo do nosso maravilhoso Deus, certamente, a JUSTIÇA será feita.
Ainda mais, não precisamos nem temer, porque nosso Advogado de Defesa é o melhor que existe... e trabalha de GRAÇA... (PRO BONO!)
Aleluia!

Por: Gilson Medeiros

NASCE EM SAO LUIZ UM NOVO TEMPO

No dia 17 de Julho foi o lançamento oficial da TV Novo Tempo em sinal aberto para todaa Ilha de São Luis-MA, com a preseça da conatora Melissa Barcelos e equipe da TV Novo Tempo. Mais de 7.000 pessoas celebraram esse Novo Tempo na praça Mria Aragão. O Distrito de Cohab nao ficou de fora dessa celebração, mas de 70 carros em carreata da Igreja da Cohab até a Praça Maria Aragão "pararam" a cidade, proclamando que havia chegado a Novo Tempo - o Canal da Esperança. Confira as Fotos e o video da carreata!
video

Férias Tutóia/PHB/Luiz Correia-PI



Depois de 15 dias de férias... estamos de volta ao trabalho!
Foram dias maravilhosos que passamos coms os amigos de Tutóia, conhecendo o Delta do Parnaíba e Luiz Correia (lago do Portinho e Praia do Atalaia).
Vale a pena da uma olhadinha nas fotos... tem muita coisa bonita.
Agoara é voltar a ativa e TV Novo Tempo em sinal aberto na capital maranhhense... dia 17 de Julho, Carreata nas ruas da capital e Grande Concentração na Praça Maria Aragão às 17:00h!

Barreirinhas com a turma da EAC





Esse final de semana foi maravilhoso!
Belezas naturais, Amigos, irmãos e bênçãos de Deus!
Assim foram os dias em Barreirinhas-MA.
Mais fotos estão no meu ORKUT, acessem lá.. tá muito legal.

Quinta feira foi o passeio para o Caburé, Vassouras e Mandacarú.
Na Sexta as Lagoas, que eu não fui :/ - vcs tão me devendo essa!
No Sábado as bênçãos de particparmos na Igreja, adorarmos nosso Deus e conhecermos nossos irmãos em Cristo - Preguei no sábado pela manhã na IASD Central de Barreirinhas (até cantei... rsrsrsrsrsr - Não acostumem, parece que não dá muito certo essa área pra mim, acho q vou ficar com meus sermões mesmo e pedir pra outra pessoa cantar...)
Depois fomos participar de um delcioso almoço preparado pelos irmãos de Barreirinhas para nossa equipe, foi uma delícia - e não é fácil alimentar tanta gente, seu dedé que o diga!
OBRIGADO pela hospitalidade, irmãos da IASD Central de Barreirinhas!
À tarde um culto JA, "quem matou a esiritualidade da igreja?" - com a participação especial do JACK!

VIGILIA NA IASD RIBAMAR

A convite do Pr. Edvaldo Rêgo e do meu amigo André, ontem a noite estive na IASD de São José de Ribamar I, numa ótima vigilia realizada pelo jovens do distrito.
Pena que não pude ficar até o fim, mas o contato q tive com a turma de lá foi muito bom, falei um pouco sobre música e adoração.
Creio que o tema é importante e pode ajudar os nossos jovens e irmãos de todas a idades a compreenderem que adoração não é um momento, mas toda a nossa vida cristã e que somos templo de Deus e habitação do Espírito Santo.
Vou ficar devendo as fotos, mas assim que tiver posto aqui no blog.

PS: SE ALGUEM DE RIBAMAR TIVER FOTOS E QUISER ME EMPRESTAR PRA POSTAR AQUI ME ENVIE POR E-MAIL... AS MINHAS FOTOS FORAM POUCAS.

ESTOU DE VOLTA


Olá amigos!

Depois de um longo e tenbebroso inverno.... rsrsrsrsrs

Pois é... resolvi dar as caras novamente.

Resolvi jogar a preguiça fora e continuar a atualizar o meu blog, que já estava "um pouquinho" desatualizado... nada mais, nada menos que três anos sem atualizações!

Nesses três anos muitas coisas aconteceram... coisas boas e outras melhores ainda.

Mudei de cidade, distrito (duas vezes) e de número de roupa... rsrsrsrs

Muito mais leve e com ânimo redobrado, tenho muitas novidades pra contar pra todos, agora sobre o distrito da Cohab - São Luis, onde exercemos nosso ministério atualmente.

Então, estamos de volta!

E logo, logo teremos mais notícias!


Jantar dos Eternos Namorados - Araioses - 12/06/07

Muito romantismo à beira do rio Magú em Araioses no Jantar dos Eternos Namorados.
20 casais participaram de palestras, músicas, declarações de amor, trocas de presentes e uma programação muito dinâmica, na região de Araioses-MA.
Participaram casais das IASDs de Araioses, Mamorana, Novo Horizonte, Jenipapo e Inhúmas.

Festa da Amizade - Paulino Neves - 10/6/07

11:01 by Pr. Cleber Aragão 0 comentários
Foi um sucesso a Festa da amizade em Paulino Neves!
Com o tema "Vida de Pescador", contou cm a presença de mais de 40 casais.
Teve muita declaração de amor, música, isquetes e um jantar a luz de velas...

“Alegrai-vos comigo porque achei a minha ovelha perdida”. Lc. 15:6

O distrito de Tutóia-MA, iniciou em 27/05 a maior arrancada “em busca das ovelhas perdidas”. A Operação Resgate iniciou no distrito, e a primeira sociedade a realizar o projeto foi a JAPS (Jovens Adventistas Pregando e Salvado) de Paulino Neves-MA.
Coordenados por Adamor Conceição (Líder de JA de Paulino Neves) e Raquel Araújo (Coordenadora Distrital JA), os jovens estiveram, por quase dois meses, realizando mais de 200 visitas a ex-adventistas, mostrando o interesse que Jesus tem por suas vidas e os convidando para participarem de programas da igreja. O projeto culminou com um programa de reencontro realizado na igreja, dirigido pelo Pr. Cleber Aragão. Foi uma grande festa espiritual, com muito louvor, belas mensagens bíblicas, apelos, amizade, companheirismo e dedicação ao Senhor. Mais de 50 ex-adventistas foram visitados pelos jovens de Paulino Neves. O que resultou em 7 batismos e 15 adventistas que estavam afastados decidiram retornar para a igreja. No domingo à noite, após o programa de reencontro, foi oferecido um coquetel para os recém-batizados e jovens de Paulino Neves.
Para essas ovelhas que retornaram ao aprisco foi preparado um programa de coservação para evitar futuros desvios. Todos os jovens serão envolvidos nos GAJA’s que o resgataram e participarão de um PG jovem, além de terem seus Guardiões Espirituais.
O projeto no distrito continuará, agora com outras sociedades:
15 – 17/06 será na IASD Central de Tutóia-MA;
22 – 24/06 será na IASD de São José dos Leocádios
20 – 22/07 será na IASD de Mamorana
“Foi uma bênção”, conclui o Pr. Cleber, “A operação resgate é a operação do Espírito!”